Edição 289
Crise mundial: como ela afeta o Brasil?
Em 2008, o mundo assistiu ao início de uma das maiores crises econômicas da história. Seus efeitos espalharam-se rapidamente pelos Estados Unidos e Europa, atingindo em menor medida países emergentes. Já o Brasil tem presenciado avanços econômicos e sociais significativos nos últimos anos. Nesta edição da CH, três especialistas refletem, sob perspectivas diferentes, sobre como os avanços econômicos e sociais que o Brasil tem vivido podem ser afetados pelos abalos à economia mundial e até que ponto o país é vulnerável. ![]()
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O leitor pergunta
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Mundo de ciência Os pombos podem raciocinar matematicamente, sugere estudo. É a primeira vez que essa habilidade mental teria sido encontrada em um não primata, como relata Cássio Leite Vieira na seção ‘Mundo de ciência’ da CH 289. O jornalista comenta também texto de Laurent Mottron publicado na Nature no qual apresenta um outro lado do autismo, ressaltando que aqueles que desenvolvem a doença tendem a ter um tipo de inteligência essencial para fazer ciência. |
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Entrevista: Leonardo Mlodinow – Dos números às letras O físico e escritor estadunidense Leonard Mlodinow, autor de O andar do
bêbado, conviveu com grandes nomes da física, mas
foi na divulgação científica que encontrou seu maior campo de trabalho.
Em visita ao Brasil no fim do ano passado, Mlodinow – que diz sentir
falta dos cálculos e da abstração da física teórica, conversou com a CH.
Confira nesta edição os melhores momentos da entrevista. |
A propósito: Os paracientistas Na coluna desta edição da CH, Franklin Rumjanek mostra que nem só de cientistas é feita a ciência. Cidadãos comuns, ou melhor, sem treinamento acadêmico formal, podem e têm ajudado no desenvolvimento de diferentes áreas no campo. Os gamers, adeptos dos jogos eletrônicos, por exemplo, ajudaram cientistas a decifrar as estruturas tridimensinonais de várias proteínas, como conta Rumjanek. |
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O plágio e a fraude nas humanidades O plágio, a fraude e outras práticas ilícitas na ciência preocupam pesquisadores e entidades oficiais. Diretrizes e sanções vêm sendo debatidas, mas elas devem atentar para especificidades como as humanidades, defende Ivan Domingues, do Departamento de Filosofia da UFMG, em artigo nesta edição da CH. |
Sol, praia, fuso horário e saúde Em artigo na CH 289, pesquisadores mostram como o Sol pode ser grande inimigo da saúde. Análise dos índices de radiação ultravioleta que atingem praias nordestinas indica que as recomendações sobre horários adequados para se expor ao Sol na região são incorretas e põem em risco a o bem-estar dos banhistas. |
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Linha do tempo: Os servidores do Império
Na coluna desta edição, a historiadora
Laura de Mello e Souza fala sobre como as carreiras dos administradores
no Brasil colônia permitem estabelecer uma etnografia das práticas
governativas da época. Entender por que o significado e a direção dessas
carreiras mudaram ao longo do tempo e como ocorria a promoção social
desses agentes pode revelar detalhes da história do império português. |
‘Droga do sertão’ em risco de extinção
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Em dia - Fóssil de espécie primitiva de dinossauro é encontrado no Rio Grande do Sul |
Futuro cientista A produção de maçã cresceu muito no Brasil nos últimos tempos, mas a aparência da fruta ainda deixa a desejar. Estudo da Universidade Estadual de Ponta Grossa (Paraná) que procura solucionar o problema é destaque da ‘Futuro cientista’ desta edição da CH. A seção traz também relato sobre a criação de um protótipo de alimentador de animais automatizado desenvolvido por estudantes da PUC-MG. |
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Opinião: há salas adequadas para o ensino de música A partir deste ano, o ensino de música nas escolas de nível básico é obrigatório. Na teoria, a medida é difícil de ser criticada, mas na prática... Na seção ‘Opinião’ da CH 289, especialistas do Paraná afirmam que a falta de espaços com acústica adequada é problema para educação musical obrigatória. |
Cidade inteira: A crise e a cidade Em sua coluna na CH 289, Sérgio Magalhães analisa a relação entre a crise financeira e as cidades. Para ele, os modelos urbanísticos atuais favorecem a situação ao aumentar os custos nos centros urbanos. Nesse contexto, destaca dois aspectos: a ênfase à mobilidade por automóvel e a expansão exagerada da área ocupada pela cidade. |
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Perfil: Paulo Ribenboim, o amigo dos números Interesse precoce e carreira internacional marcam a vida do matemático brasileiro perfilado nesta edição da CH. Com 200 artigos publicados, 15 livros e longa lista de premiações, o especialista em teoria dos números teria todo o direito de ser, digamos, ‘cheio de si’. No entanto, como mostra o registro de sua conversa com a equipe da revista, Ribenboim esbanja modéstia, simpatia e fineza. |
Exatamente: Quem precisa de um mapa? Ter projetos científicos bem definidos é fundamental, sobretudo diante da escassez de tempo para realizar análises periódicas mais profundas sobre seus rumos. A análise é do físico Caio Lewenkopf, que assina a coluna ‘Exatamente’ desta edição da revista e levanta a seguinte questão: “Seria interessante nos guiarmos por um ‘mapa’ para problemas de pesquisa fundamental?” |
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Memória: A favor da liberdade
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Resenha A edição 289 da CH traz duas resenhas. A primeira é do livro As ilusões do eu: Spinoza e Nietzsche, fruto das conferências apresentadas no 2º Congresso Spinoza e Nietzsche, realizado na USP em outubro de 2009. O segundo livro analisado é Uma história da ciência, de Michael Mosley e John Lynch, que conecta descobertas emblemáticas do passado aos movimentos da ciência da atualidade. |
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Qual o problema? – 2012 O físico Marco Moriconi traz como tema de sua coluna desta edição o ano recém-começado: 2012. Deixando de lado a mítica apocalíptica que a mídia em geral tende a enfatizar, o autor explica o ano bissexto e sua história. Afinal, você sabe o que está por trás da contagem de dias e anos? |
Sobre humanos: A química e a memória do holocausto Em sua coluna na CH 289, Renato Lessa fala sobre o químico e escritor italiano Primo Levi, sobrevivente de Auschwitz e autor do premiado A tabela periódica. Lessa mostra como a vocação de químico foi importante para que Levi escrevesse sobre sua experiência terrível no campo de concentração nazista. |
Assinaturas ou exemplares avulsos:
Informações,
atendimento ao assinante e venda de números avulsos pelo telefone 0800-727-8999 (ligação gratuita, de segunda à sexta, de 8:00 às 20:00, exceto feriados)



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