Edição 282
Química e religião
Humanos e plantas mantêm intensa relação desde os primórdios da civilização. O vasto conhecimento popular sobre a utilização de plantas tem alimentado pesquisas científicas no mundo todo, inclusive no Brasil. Com base nele, já foram descobertas várias moléculas que hoje são a base de medicamentos para tratar doenças que vão de um resfriado a quadros bem mais graves, como o câncer. Artigo da CH 282 trata de alguns aspectos dessa longa e frutífera relação, com foco no uso religioso das plantas e na sabedoria por trás da cura pela fé. ![]()
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O leitor pergunta - Como são medidas as calorias dos alimentos? |
Mundo de ciência Na seção ‘Mundo de ciência’ deste mês, Cássio Leite Vieira comenta estudo publicado na Nature News que mostra que sacolas feitas à base de plástico degradável podem não ser assim tão boazinhas com o planeta. Vieira também indica a leitura de artigo de John Walsh, colunista do jornal britânico The Independent, sobre como se dá – e se dará – a absorção do conhecimento neste século.
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Entrevista: Winifred Rossi – Longevidade: fatos e ficções
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A propósito: Ardil inconsequente Em sua coluna na CH de junho, Franklin Rumjanek aborda os efeitos do uso de ferramentas da biologia molecular para viabilizar o chamado doping genético em atletas. As vantagens seriam melhor desempenho físico e difícil detecção do agente ‘dopante’. Mas a prática exige cautela, pois os produtos dos genes visados não têm apenas um alvo no organismo. |
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Uso religioso de substâncias psicoativas As relações entre a religião e a química vêm de tempos muito antigos, assim como a obtenção de substâncias psicoativas a partir de plantas, cogumelos e outras fontes. O papel que o estado de êxtase e as alterações da percepção sensorial induzidos por essas substâncias têm em rituais e práticas religiosas é tema de artigo da CH deste mês. |
Corpo iluminado: Cacilda Becker e o teatro moderno O desempenho da atriz brasileira Cacilda Becker nos palcos era considerado extraordinário. Artigo da CH de junho busca entender as razões que alçaram a competência da atriz a esse nível extremo e relacionar sua elogiada atuação à renovação que ocorria no teatro brasileiro ao longo das décadas de 1940 e 1950. |
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Música e matemática A história da música, a partir de meados do século passado, revela o uso frequente de elementos sofisticados de diversas teorias matemáticas na composição musical, mostra artigo da CH 282. A íntima relação entre essas duas linguagens está ainda em aberto e congrega músicos, matemáticos e engenheiros em uma nova área interdisciplinar chamada computação musical. |
Revisitando a estranha natureza da realidade quântica
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Exatamente: Por que a Jurupoca ainda não piou Nossa fisiologia, os impulsos nervosos, tudo em nosso organismo depende de materiais forjados na explosão das estrelas, conta o físico João Torres de Mello Neto em coluna na CH deste mês. Ele fala sobre sua primeira lição de astrofísica e explica de que fatores depende a vida do Sol. |
Em dia - Cavernas sagradas dos ianomâmis são estudadas pela primeira vez |
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Futuro cientista Nesta edição, a CH apresenta o trabalho de uma estudante de biologia de Manaus que investiga a curiosa relação do oportunista pássaro chopim com a diminuição dos ninhos de pipira, ave comum em áreas urbanas. Já em São Paulo, alunos de administração desenvolvem método de geração de energia a partir das catracas de metrô. |
Opinião: O valor das coletas e coleções científicas Dois fatos ocorridos no ano passado revelam o descaso com o trabalho de biólogos e taxonomistas. O incêndio da coleção zoológica no Instituto Butantan (SP) e a controvérsia envolvendo um ornitólogo no Paraná – tratado como criminoso ambiental – são o mote para a discussão apresentada na CH 282 sobre a importância da pesquisa científica hoje no país. |
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Ensaio: George Williams e a mãe natureza Se pensarmos na teoria da evolução por seleção natural, os nomes de Darwin e Wallace vêm logo à cabeça. Porém, muitos cientistas detalharam e fortaleceram essa ideia durante o século 20. Um deles foi George Williams, biólogo norte-americano falecido em 2010. Sua importância para a biologia é tema do ensaio da CH deste mês. |
Memória: Libelo antirracista O antropólogo alemão Franz Boas é considerado o pai da antropologia contemporânea. Trabalhando nos Estados Unidos, ele foi pioneiro nas ideias de igualdade racial e sua influência segue viva nos trabalhos atuais de antropologia cultural. No centenário de seu livro A mente do homem primitivo, que marcou a antropologia do século 20, a trajetória de Boas está em destaque na CH 282. |
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Resenha: Um quê de arrogância
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Linha do tempo: Luz e escuridão Na época do Renascimento, o ser humano adquiriu um destaque antes restrito a temas religiosos. Por outro lado, a caça às bruxas foi intensa e implacável. Em sua coluna deste mês, Laura de Mello e Souza mostra as contradições de um tempo em que grandes expoentes do pensamento escreviam tratados sobre demônios. |
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Qual o problema?: Razões para a irracionalidade Desde Hipaso de Metaponto, um dos discípulos de Pitágoras, até hoje, apareceram muitas demonstrações de que √2 é um número irracional. Em sua coluna na CH de junho, Marco Moriconi escolheu uma das técnicas mais bonitas da matemática para provar a ideia: a demonstração por absurdo. |
Sobre humanos: Cultura pública Na edição de junho da CH, Renato Lessa discorre sobre a formação de uma cultura pública em nosso país. Recorrendo às origens francesas dessa tradição, ele enxerga no reconhecimento legal da união civil entre casais homoafetivos um passo notável para a fixação desse tipo de cultura na democracia brasileira. |

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