Com a inovação, Gonçalves Neto espera que os novos EODs possam também ser usados para corrigir a imagem de binóculos, filmadoras e telescópios, assim como para melhorar a transmissão de dados por fibras ópticas. Ele acha possível até eliminar a distorção de lentes de plástico, levando-as a um nível de imagem semelhante ao das de vidro. Sua equipe planeja desenvolver um EOD que funcione com luz comum (não coerente) e espera apresentá-lo no próximo concurso, daqui a dois anos. "Já formulei toda a teoria, resta ver se na prática funciona", antecipa.
Leonardo Cosendey
Ciência Hoje/RJ
12/09/00