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| REVISTA CH 222 - DEZEMBRO DE 2005 |
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DESTAQUE DE CAPA Um passeio pelo passado no shopping: estromatólitos no Brasil O artigo de capa da CH de dezembro apresenta os fósseis mais antigos do Brasil. Não se trata de dinossauros ou plantas, mas sim de estruturas geológicas chamadas de estromatólitos. Formados pela ação prolongada de microrganismos, eles têm mais de três bilhões de anos e já foram encontrados em pisos de shopping centers de São Paulo. No entanto, permanecem desconhecidos por quase a totalidade da população. Saiba mais sobre esses importantes ‘anciãos’ nesta edição.
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Mundo de ciência Como acontece todo ano, a seção Mundo de Ciência da CH de dezembro é dedicada à repercussão dos Prêmios Nobel. Reunimos especialistas de várias áreas para comentar os laureados de 2005. Os artigos relatam momentos importantes ligados ao prêmio, muitas vezes em primeira pessoa, propiciados em alguns casos pela convivência com os laureados. | |
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A propósito – Bala perdida
Em dezembro, o colunista Franklin Rumjanek discute um assunto instigante na seção A Propósito: o risco de asteróides se chocarem com a Terra. Colisões passadas deixaram marcas que permitiram reconstituir esses eventos e deram origem a um ramo da astrofísica que estuda esses astros. Em 2029, um asteróide deve passar a 30 mil km da Terra – praticamente um tiro de raspão. | |
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Opinião – O dilema das estradas não-oficiais da Amazônia
Em 1990, as estradas não-oficiais na região amazônica somavam cerca de 5 mil km. Dez anos depois, já eram 20 mil km – um aumento de quase 400%. A abertura dessas estradas gera impactos ambientais e sociais, mas ajuda a reduzir o isolamento de habitantes das áreas rurais. Esses aspectos tornam crucial a questão da governança que a construção dessas vias implica, como aponta o artigo da seção Opinião da CH de dezembro. | |
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Os cristais e a origem da vida A quiralidade é uma propriedade dos aminoácidos que faz com que eles ocorram em forma assimétrica, como se um fosse o reflexo do outro em um espelho. Apenas uma das formas desses compostos, que exercem várias funções nos seres vivos, é usada no metabolismo dos organismos. A ciência ainda procura uma explicação para essa ‘preferência’, que é tema de um artigo desta edição. | |
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Ensaio – O que faz um teólogo?
O Ensaio de dezembro discute o papel do teólogo na sociedade atual e retraça a evolução dessa especialidade. Os primeiros teólogos surgiram com a perseguição do imperador Nero aos cristãos, como filósofos que explicavam a razão de sua fé. Hoje, a teologia é uma ciência humana que ajuda a repensar o ensino religioso escolar, além de assessorar jornalistas e outros profissionais. | |
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Memória – Uma lua parecida com a Terra A seção Memória comemora os 350 anos do descobrimento de Titã, satélite de Saturno, pelo astrônomo holandês Christiaan Huygens (1629-1695). Em janeiro de 2005, uma sonda espacial, batizada de Huygens em sua homenagem, pousou na superfície do satélite e transmitiu para a Terra imagens surpreendentes. Após três séculos e meio de investigações, o satélite parece ser um dos objetos mais fascinantes do Sistema Solar. | |
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Resenha – O futuro da velhice O envelhecimento da população é quase sempre tratado em tom apocalíptico. Livros destacam o ‘problema’ da velhice e os possíveis prejuízos para o Estado. A revolução dos idosos, de Frank Schirrmarcher, livro apresentado na Resenha de CH 222, leva em consideração esses aspectos, mas inova ao não tratar isso negativamente. O autor convoca os jovens para uma revolução cultural capaz de dar conta de um futuro mundo de idosos. |
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Qual o problema?
Um rei quer testar a inteligência de três sábios. Para isso, ele os coloca em fila e põe um chapéu na cabeça de cada um. Sabendo que o rei possuía dois chapéus brancos e três pretos e apenas vendo o chapéu de quem está à sua frente, os sábios devem adivinhar a cor de seu próprio chapéu. Somente o primeiro da fila desvenda o mistério. Como? Este é o desafio proposto pela coluna ‘Qual o problema?’ deste mês. | |
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Primeira Linha
A seção traz dois artigos nesta edição. O primeiro deles alerta para o risco de extinção que ameaça as formigas-cortadeiras – espécies muito combatidas, por atacarem culturas agrícolas. O segundo artigo apresenta uma técnica que tem permitido aprender cada vez mais sobre animais ameaçados sem interferir sobre seu hábitat ou comportamento. |
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