A dengue em debate
Três especialistas discutem o combate e a prevenção da doença que vem assustando o Brasil
Vírus da dengue observado ao microscópio eletrônico (foto: Wikimedia Commons).
O Brasil vive uma das piores epidemias de dengue de todos os tempos: apenas nos primeiros meses do ano, foram notificados mais de 120 mil casos em todo o país, com mais de 70 mortes. Os motivos que levaram a números dessa proporção e as melhores estratégias de combate e prevenção da doença são o tema da quinta edição do
Estúdio CH,
que conta com a participação de três especialistas no assunto.
Os convidados de nosso
podcast
desta semana são o médico Roberto Medronho, especialista em medicina preventiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); o bioquímico Pedro Lagerblad, também da UFRJ, especializado no estudo de insetos vetores de doenças; e a microbiologista Claire Kubelka, da Fundação Oswaldo Cruz, que trabalha com dengue há mais de dez anos.
Os especialistas ajudam a entender por que a epidemia da dengue chegou ao ponto atual, já que as medidas necessárias para se combater o mosquito que transmite seu vírus são amplamente conhecidas pela população.
Eles esclarecem ainda uma série de mitos veiculados na imprensa sobre a doença. É verdade que o mosquito
Aedes aegypti
está mudando seu comportamento, picando pessoas à noite e se reproduzindo em poças de água suja? É verdade que ele está criando resistência contra o inseticida espalhado pelo chamado fumacê? É possível que alguém contraia dengue e não desenvolva os sintomas, ficando mais vulnerável à forma hemorrágica da doença em caso de reinfecção? Por quê?
A resposta para essas e outras dúvidas comuns sobre a doença está na quinta edição do
Estúdio CH.
Siga as instruções do quadro abaixo para baixá-la.
A Redação
Ciência Hoje On-line
16/04/2008
A quinta edição do Estúdio CH é apresentada em duas partes, cada uma em um arquivo MP3 que
pode ser ouvido em seu computador ou em tocadores portáteis. Clique a seguir para baixar a
primeira parte (10,0 MB) e a
segunda parte (9,0 MB) do
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